sexta-feira, 20 de junho de 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Pray for me


Começa hoje....

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Hummmmmmmm


Odeio pessoas que não conseguem dar um pum sozinhas....


Tem de haver sempre algo....
Sejam independentes!!! Viva a independência!!!


Bahhhhhhh

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Madrid


Não tenho palavras para... Para mim ir a Madrid é como se estivesse no meu país, mais do que cá... Quer faça chuva quer faça sol.



A mentira

Desde há muito me questiono sobre o que leva as pessoas a mentir. Há a pequena mentira, aquela que se diz que está um pouco enjoado/a para ir a um jantar, que a mãe ligou e tem de ir de imediato para casa. Depois há os/as que vivem nas mentiras e que as criam.


Numa das minhas pesquisas encontrei este artigo que me parece muito bom acerca da mentira:

"A mentira pode ser uma dependência que, como qualquer vício, só é tratada quando o mentiroso assume que mente. Longe das inocentes partidas que se pregam no Dia das Mentiras, 1 de Abril, pode isolar e causar sofrimento."

"A mentira pode ter contornos de dependência tal como o álcool e a droga, quando é dita de forma compulsiva, ou seja quando a pessoa tem consciência de que está a mentir mas não consegue controlar esse impulso. Nestes casos, provoca sofrimento no próprio mentiroso compulsivo e nas pessoas mais próximas dele, embora seja uma doença passível de ser tratada, tanto ao nível da psiquiatria como ao nível da psicologia clínica."

"O primeiro passo para o tratamento é a pessoa assumir que tem um problema, que mente compulsivamente e que precisa de ajuda. Sem isso, qualquer forma de terapia é impossível."

"Também para o psiquiatra Pacheco Palha um mentiroso compulsivo "não tem perda de juízo, pode ter é perda de capacidade de controlo". Por isso - defende -, "o primeiro passo para se tratar é reconhecer que tem uma perturbação ao nível do controlo dos impulsos".

"A compulsividade revela-se em estruturas obsessivo-compulsivas e é um mecanismo patológico, como a cleptomania [vício de roubar]", diz o médico, acrescentando que a pessoa "até pode ter sofrimento ao reconhecer que não a domina".

in médicos na internet: http://www.mni.pt/

sexta-feira, 16 de maio de 2008

It's true!

O meu novo amor. Miss daisy. Agora somos 3 dentro de casa. Não há mesmo nada como o amor de um cachorro. É mesmo amor incondicional. Pode-se ralhar, dar sermão, enxotar quando estão a ser "cola" até sacudir o pó que eles vem sempre dar uma lambida pela manhã ao acordar. Quando estamos tristes ou doentes não nos largam. Não tem maldade. São completamente puros.

"Desconfie sempre de alguém que não gosta de animais"

Happy Familly :)